sexta-feira, 17 de novembro de 2017

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ATENÇÃO REDE MUNICIPAL!

O Sepe convoca os profissionais da rede municipal do Rio para a assembleia geral, que será realizada no dia 23 de novembro, às 18h, no auditório do SINDIPETRO-Rio (Avenida Passos, 34 - Centro).
Lembramos que é necessária a apresentação do contracheque por parte dos profissionais que participarem da assembleia.
Vamos nos organizar para garantir a presença de profissionais de todas as nossas escolas! É muito importante que cada unidade tenha voz e voto! Por uma assembleia mobilizadora e representativa!

PLENÁRIA DE 1/3 PREPARATÓRIA PARA O FÓRUM DA SME DIA 14/11/17 – 18h – Auditório do Sepe Central – com a presença de 53 profissionais da educação


ENCAMINHAMENTOS DA PLENÁRIA:
I. Reafirma a proposta do SEPE (baseada na lei 11.738/2008 e no Parecer nº18 CEB/MEC) de realização do 1/3 de atividade extraclasse da seguinte forma: 
• A atividade de planejamento coletivo, realizada nas unidades escolares serão os C.E’s mensais e C.E’s parciais (estes últimos, semanais, com dispensa das crianças e educandos), previstos no calendário anual. Garante-se ainda o recesso de 2 semanas no mês de julho. O restante do 1/3 será cumprido fora da unidade. 
• A interação com crianças/educandos não pode ultrapassar, portanto, os 2/3 (Professores 40h = 26h/a. Professores 30h = 20h/a. Professores 22,5h = 15h/a. Professores 16h = 10h/a).
• A plenária rejeitou a proposta de matriz de 60 minutos, frisando não somente o aumento de turmas para os professores mas também a perda pedagógica para as crianças e adolescentes.

II. Defende a autonomia de cada unidade escolar na definição dos dias dos C.E’s semanais (a partir da possibilidade da escolha de um dos 3 dias a serem propostos pela SME, como ocorrem com os COCs).
III. Defende a reorganização da carga horária, de acordo com a lei 1/3 (11.738/2008) e do parecer nº18 do MEC, visando a garantia de 1 dia fora da unidade ou a flexibilidade no horário de entrada e de saída dos profissionais, respeitando-se a autonomia das unidades escolares. Essa medida garantirá, de fato, a formação continuada de muitos professores na realização de cursos de especialização, mestrado e doutorado.
IV. Apresenta, como segunda alternativa, a proposta de calendários para educação infantil, fundamental I e II, aprovadas pela plenária.
V. Propõe a construção de uma proposta de calendário para o PEJA.
VI. Rejeita a ideia de que a lei do Tio Carlos impede uma organização prévia do calendário anual escolar, visto que o mesmo se refere à “obrigatoriedade de permanência dos alunos, nas dependências da escolas” “no caso de falta de professores”.
VII. Rejeita, veementemente, a diminuição do recesso de julho de 2 para 1 semana, pleiteando a manutenção dessa conquista.
VIII. Frisa a especificidade da educação infantil, pois os profissionais se encontram o tempo inteiro com as crianças (não existe recreio).
IX. Ressalta a importância da introdução da bidocência na educação infantil e no fundamental 1 como elemento importante para a garantia do 1/3 de atividade extraclasse.
X. Reafirma a proposta de introdução, em toda a educação infantil e no fundamental 1, de professores de múltiplas linguagens (artes plásticas, música, teatro, educação física, língua estrangeira, etc.), recebendo os professores de educação física uma formação continuada em psicomotricidade.
XI. Rejeita a diminuição da carga horária de atendimento às crianças na educação infantil como argumento fundamental para a garantia do 1/3.
XII. Necessidade urgente de reversão da situação de professores que não possuem nenhum tempo de atividade extraclasse, estando, portanto, ilegalmente, 3/3 do tempo em interação com educandos.
XIII. Reafirma a importância da convocação dos concursados e da migração como uma das estratégias fundamentais para a garantia do 1/3.
XIV. Encaminha, para estudo do DJ do SEPE, a construção de uma ação visando o pagamento do período no qual os professores não obtiveram o 1/3, exercendo, portanto, mais de 2/3 de interação com educandos. Acompanhar os casos de BH, RN e MT.
XV. Indica a elaboração de uma petição on line sobre o cumprimento imediato de 1/3 de atividade extraclasse.
XVI. Indica a elaboração de um documento sobre as deliberações acima, a ser encaminhado no fórum da SME, no dia 16/11/17.
• Todas as propostas aprovadas na plenária serão encaminhadas ao fórum de 1/3 da SME e à assembleia da rede municipal RJ para deliberação
PRÓXIMA ASSEMBLEIA: DIA 23/11/17 – 18H – NO SINDIPETRO (Av. Passos, 34, Centro)

Novo informe sobre a relotação de professores em função extraclasse

As direções do Sepe São João de Meriti, Caxias e Sepe Central se reuniram com algumas coordenações de Metros e regionais sobre a questão da relotação de professores em função extraclasse. Foram feitos o seguintes esclarecimentos:
a) Professor docente II não pode ser obrigado a levar diploma para as Metros para se habilitar como docente I (como já havíamos falado); aqueles que se habilitaram terão que escolher escolas. Todos que não se habilitaram deverão continuar nas suas escolas, nas funções que vinham realizando. Na terça-feira (21), teremos novas reuniões para saber se tem alguma nova posição do governo.
NENHUM professor será remanejado à revelia ou terá desconto salarial nesse período.
b) Os docentes I readaptados, cuja renovação da readaptação ainda não foi publicada, ficarão nas sua escolas como docentes, se houver vaga; se não houver, ele deverá trabalhar em outra escola, mas no seu memorando de saída constará por escrito que o mesmo não perderá a origem e retornará para sua escola de origem no próximo ano.
A direção do SEPE ARGUMENTOU QUE ISSO É UM ABSURDO, POIS TEM VÁRIOS PROFESSORES SEM A MENOR CONDIÇÃO DE SAÚDE MENTAL E OUTROS SEM A MENOR CONDIÇÃO DE SAÚDE FÍSICA. É um verdadeiro absurdo o que está acontecendo com a educação estadual! E muito preocupante ver como a perícia e Secretaria de Educação estão atuando juntas para mascarar a falta de professores que que vem sendo cobrada pelo Ministério Público.
Ao invés de chamar os concursados, a Secretaria sobrecarrega e desrespeita os profissionais que estão há vários anos na rede, trabalhando na maioria das vezes em péssimas condições.
Por último, lembramos que esses profissionais realizam trabalho importante em suas escolas e que essa situação vai desorganizar ainda mais a vida das escolas, dos alunos e dos próprios professores.
Questionamos também: como ficará a nota desses alunos nos bimestres anteriores? Não obtivemos resposta. QUEREMOS LEMBRAR A ESSES PROFESSORES QUE NÃO DEVEM EM HIPÓTESE ALGUMA LANÇAR NOTAS NO PERÍODO QUE NÃO DERAM AULA, ISSO CONFIGURA CRIME.
c) A situação dos professores que foram habilitados para trabalhar no projeto Autonomia ainda está sendo verificada.
Importante pontuar que as direções de núcleos e regionais precisam acompanhar os professores que forem chamados às Metros e que o jurídico do Sepe entrou com uma ação sobre essa questão junto ao TJ e Ministério Público.



A UERJ LANÇA O EDITAL PARA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO BÁSICA. VEJA NO LINK.
http://www.ppgeb.cap.uerj.br/?p=317

Rede estadual: requerimento para a devolução dos descontos indevidos

No conselho deliberativo da rede estadual, ocorrido no sábado (11/11), foi deliberado que a categoria entre com um processo administrativo, reivindicando a devolução dos descontos indevidos que estão acontecendo, inclusive nos últimos meses.
O Sepe disponibiliza aqui o requerimento para que o professor(a) possa imprimir e protocolar nas Metros e sede da Secretaria. http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim2384.pdf

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Calendário de Lutas:

Dia 08/11 - Ato em conjunto com os demais servidores do estado, às 13h, na ALERJ (MUSPE)

Dia 08/11 - Plenária da Ed. Infantil, às 18h, no auditório do SEPE.

Dia 10/11 - Paralisação da rede estadual e Municipal, com Ato na prefeitura, às 14h e participação no Dia Nacional de Lutas, com concentração às 17h, na Candelária

Dia 11/11 - Encontro de Funcionários das Escolas da rede Municipal, das 9h às 16h, no auditório do SEPE: A conjuntura atual e seus desafios, plano de carreira e condições de trabalho.

Atenção Rede Estadual: nota do Sepe sobre relotação de professores em função extraclasse

O Sepe orienta os professores que estão alocados na funções extraclasse e que foram convocados pelas Metros em pleno mês de novembro para assumirem turmas para entrar em contato com os núcleos ou direção do Sepe antes de se dirigirem a regional, pois a SEEDUC, via Resolução 5531/2017, quer alocar estes profissionais em sala de aula em pleno fim de ano letivo. 
Vale lembrar que:
Os professores readaptados não podem ser colocados em sala sem um parecer da perícia;
Os Prof. Doc. II não são obrigados a lecionar em turmas da segunda etapa do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano), palavras do próprio Secretário de Educação, Wagner Victer, em audiência pública da comissão de Educação da ALERJ.

Não podemos aceitar mais esse ataque! Vão querer obrigar professores a lançarem nota de aulas que eles não deram? Como fica o processo pedagógico com professores assumindo turmas em pleno mês de novembro?
Nossos alunos e professores exigem respeito!

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Prefeitura do Rio lança quarta parcela do PCCS no contracheque de outubro

Os profissionais da rede municipal do Rio que já tiveram acesso aos contracheques virtuais estão registrando que o vencimento deste mês está vindo com a nova parcela do Plano de Cargos e Salários. Trata-se da quarta de um total de cinco parcelas pagas pela prefeitura desde a implementação do PCCS, em 2013.

O pagamento desta quarta parcela é uma vitória da mobilização da categoria ainda em 2013, ano em que a rede municipal realizou uma greve histórica, com milhares de profissionais ocupando as ruas da cidade para exigir do governo municipal um plano de carreira justo e melhores condições de trabalho e valorização profissional.
Em outubro do mesmo ano, naquele que ficou conhecido como o “dia da vergonha”, o prefeito Eduardo Paes, juntamente com o governado Sérgio Cabral colocaram o centro do Rio em “estado de sítio” e mandaram a PM e a guarda municipal agredirem os profissionais de educação para que a Câmara de Vereadores aprovasse o PC proposto por Paes.


Mas a mobilização maciça da categoria acabou obrigando o prefeito e a SME a negociarem com os profissionais que, durante mais de dois meses travaram uma luta que conquistou o apoio da sociedade do Rio de Janeiro para garantir uma educação pública de qualidade para todos.

Com os crescentes cortes e ajustes feitos pelo prefeito Crivella em todos os setores da administração municipal, havia um temor da parte da categoria de que o governo municipal não honrasse mais este compromisso, já que até hoje não foi anunciado o reajuste anual do funcionalismo, nem paga primeira parcela do 13º salário, esta já anunciada pelo líder do prefeito na Câmara. Vereador Paulo Messina, para o dia 20 de novembro.


Em assembleia realizada ontem (dia 31/10), os profissionais da rede
Rede municipal do Rio vai parar no dia 10/11